sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

50:1

Algum tempo atrás escrevi nesse blog que uma das razões que me levaram a emagrecer foi a falta de roupas GG no mercado. Não que não existam, afinal loja especializada em roupa para gordo é fácil de achar no Barro Preto. Ou no Brás, já que agora inventei moda de comprar roupa em São Paulo quando viajo para lá. É aquela coisa: ter tem, mas as mais legais são sempre M (se é que um dia vou vestir M de novo), no máximo G. Eu pulo a prateleira do P, ela não foi feita para minha ossada.

O que ainda não contei é que, num surto de "assumir o peso" que tive do meio para o fim de 2008, peguei todas as roupas que não serviam e doei. Ou seja, hoje, no meu armário, só tem roupa que servia em mim a 9 kg atrás. Inclua aí as peças que uso para ir à academia. Tudo GG. De menos uma calça 46 do Ronaldo Fraga que fiquei com dó de dar.

Como a calça dita cuja já serve, imagine como tenho andado molambo, usando jeans 48 apertados com cinto (no dia que esqueço o cinto é ótimo: passo o dia levantando roupa). Um verdadeiro saco de batatas, tudo folgado. Só que conheço bem os percalços dos processos de emagrecimento, e não vou tomar nenhuma atitude imediata. Primeiro porque estou na metade da primeira meta. Depois porque não tenho tanto dinheiro assim para investir em roupa por enquanto.

Mas, se eu quiser mesmo frequentar as aulas de rpm, pelo menos por lá vou ter de dar um jeito. Fiquei sabendo hoje que até roupa específica para a atividade tem, com enchimento na bunda e tudo (fora que a Carol já me acenou com um assento de silicone). E eu lá João Calça-Larga, tentando me equilibrar na bicicleta, com pano sobrando para tudo que é lado. Por falar nisso o dérrier ainda dói. Espero que passe até terça.

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